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Voltar ao índiceProtocolo clínico

Infecções de pele

Impetigo

Infecção superficial da pele causada por Streptococcus ssp. e/ou Staphyococcus aureus.

Atenção

Sinais de alerta para encaminhar ou internar

  • Sintomas sistêmicos
  • Linfadenite regional importante

Diagnóstico

Critérios clínicos

  • 1Infecção superficial da pele causada por Streptococcus ssp. e/ou Staphyococcus aureus;
  • 2Afeta principalmente crianças, pode surgir em qualquer parte do corpo, sendo mais comum em face e extremidades;
  • 3Impetigo não bolhoso é a forma mais comum. As lesões começam como pápulas que progridem para vesículas circundadas por eritema. Transformam-se em pústulas que evoluem para crostas espessas, com coloração amarelada. Esta evolução geralmente ocorre ao longo de uma semana. Lesões múltiplas podem ocorrer, mas tendem a permanecer localizadas;
  • 4O impetigo bolhoso é similar, mas as lesões costumam aumentar rapidamente e formam bolhas maiores;
  • 5Geralmente não há sintomas sistêmicos, mas pode ocorrer linfadenite regional;
  • 6O diagnóstico É CLÍNICO;
  • 7As crianças podem regressar à escola 24 horas após o início da terapia antimicrobiana eficaz.

Conduta

Esquemas terapêuticos

Esquemas organizados por primeira linha e alternativas, mantendo dose, intervalo e duração visíveis.

Farmacoterapia

Primeira linha

Cefalexina

via oral (VO)
Dose
Adulto: 500mg
Criança: 25-50mg/kg/dia (máx 4g/dia)
Intervalo
de 6 em 6 horas
Duração
7 dias

Farmacoterapia

Alternativas

Clindamicina

via oral (VO)
Dose
Adulto: 300mg
Criança: 30-40mg/kg/dia
Intervalo
de 6 em 6 horas ou de 8 em 8 horas
Duração
7 dias

Sulfametoxazol-trimetoprim

via oral (VO)
Dose
Adulto: 800/160mg
Criança: 6-12mg/kg/dia
Intervalo
de 12 em 12 horas
Duração
7 dias

Apoio clínico

Detalhes complementares

Etiologia

  • Streptococcus ssp.
  • Staphyococcus aureus

Exames

  • Diagnóstico clínico

Material de apoio

Materiais e referências

Acesso rápido a downloads offline e links institucionais/oficiais para apoio complementar durante a consulta.

8 recursos disponívels

Secretaria da Saúde do Ceará

PDF

Guia Antimicrobiano na Prática Clínica

Arquivo-base da Secretaria da Saúde do Ceará para consulta offline em PDF.

Arquivo

guia-antimicrobiano-pratica-clinica-ce.pdf

World Health Organization

PDF

WHO AMR Methodology Sheets

Material complementar da OMS com folhas metodológicas para monitoramento e avaliação em resistência antimicrobiana.

Arquivo

who-amr-methodology-sheets.pdf

ILAS

Site oficial

Instituto Latino-Americano de Sepse

Protocolos, bundles e materiais de implementação para sepse e choque séptico.

BrCAST

Site oficial

Brazilian Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing

Pontos de corte e recomendações nacionais para testes de sensibilidade aos antimicrobianos.

EUCAST

Site oficial

European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing

Breakpoints, tabelas e metodologia de referência para interpretação microbiológica.

CLSI

Site oficial

Clinical and Laboratory Standards Institute

Standards laboratoriais e documentos técnicos aplicados à microbiologia clínica.

CAMO-Net

Site oficial

Collaborative for Antimicrobial Optimisation Network

Rede colaborativa global com especialistas, eventos e materiais voltados ao enfrentamento da resistência antimicrobiana.

ANVISA

Site oficial

Manuais de Microbiologia Clínica

Publicações oficiais da ANVISA para apoio técnico em microbiologia clínica nos serviços de saúde.

Evidência complementar

Artigos sugeridos no PubMed

Selecionados pelo contexto clínico, priorizando periódicos de maior impacto e tipos de publicação com evidência mais forte.